quarta-feira, 27 de março de 2013

Chamada para publicação - Revista Confluências Culturais


Segue informativa abaixo:

Prezados/as Colaboradores/as da CONFLUÊNCIAS CULTURAIS, Estamos recebendo textos para os próximos volumes da revista.
A primeira revista de 2013 já está fechada (clique aqui), e receberemos textos para o n.º 2 de 2013 e o n.º 3 de 2014:

- Vol. 2, n.º 2: “Cartografia da cidade – mapas textuais” até 30/6/2013, para publicação em setembro de 2013.

- Vol. 3, n.º 1: “Museus, monumentos e espaços de memória em questão” até 25/11/2013, para publicação em março de 2014.

Aproveitamos para anunciar que temos uma nova seção, dedicada a resumos de dissertações e teses relacionadas ao tema de cada edição. Aceitamos contribuições nos mesmos prazos dos artigos.
Agradecemos a colaboração e a compreensão de todos/as e nos colocamos à disposição para esclarecimentos.

Cordialmente,
A Comissão Editorial

terça-feira, 26 de março de 2013

Reunião do Grupo de Estudos

Na próxima segunda-feira, 01/04, teremos mais uma reunião do grupo de estudos, quando serão discutidos os textos de François-Xavier Guerra - A nação moderna: nova legitimidade de velhas identidades (download aqui) e José Carlos Chiaramonte - Metamorfoses do conceito de nação durante os séculos XVII e XVIII (download aqui).

O encontro será na sala A-206 na Univille, a partir das 15h.

Apareçam e participem!!

terça-feira, 19 de março de 2013

Resumo da pesquisa - Fernanda

Hoje, o trabalho da Fernanda:

 Arqueologia da escravidão numa vila litorânea: vestígios negros em fazendas oitocentistas de São Francisco do Sul (Santa Catarina)

A pesquisa "Arqueologia da escravidão numa vila litorânea: vestígios negros em fazendas oitocentistas de São Francisco do Sul (Santa Catarina)" se trata de um primeiro estudo arqueológico sobre a escravidão nas fazendas oitocentistas de São Francisco do Sul (Santa Catarina), no intuito de compreender a atuação da mão de obra escrava nesses espaços e produção cultural presente nesses estabelecimentos. Essas questões foram abordadas a partir da análise de três antigas propriedades agrícolas localizadas na parte continental do município (Distrito do Saí) e de documentos oficiais, jornais, mapas, fotografias e depoimentos orais. Considerando que havia uma lacuna relacionada aos locais de trabalho, moradia e objetos cotidianos dos escravos da vila, a perspectiva arqueológica tentou ampliar os estudos ao reunir diferentes fontes de pesquisa e elaborar algumas interpretações sobre os espaços e vestígios relacionados à escravidão. Habitações simples e uma cultura material marcada por traços peculiares se fizeram presentes em São Francisco do Sul, mostrando que a população negra e escrava, ademais de ter acompanhado o processo de ocupação do território, construiu e reelaborou de forma sutil seus elementos culturais nesse espaço. Esse trabalho está vinculado a uma pesquisa interdisciplinar financiada pela Capes e integra o Grupo de Pesquisa Estudos Interdisciplinares de Patrimônio Cultural da UNIVILLE.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Resumo da pesquisa - Cibele


Nos próximos dias estaremos publicando o resumo das últimas defesas de dissertação de integrantes do GEIPAC. Dessa vez, apresentamos o trabalho da Cibele.

A contribuição da teoria das representações sociais para o estudo do patrimônio cultural - o exemplo da Ilha da Rita/SC


 

 A Ilha da Rita pertence ao município de São Francisco do Sul e está localizada na baía Babitonga, no litoral norte de Santa Catarina. Foi uma base naval de importância estratégica durante a Segunda Guerra Mundial, utilizada como posto de abastecimento. Em 1999 foi cedida à Universidade da Região de Joinville, que, desde então, vem realizando diversos estudos no local e, nos últimos dois anos, está desenvolvendo projetos interdisciplinares que objetivam a sua requalificação. A pesquisa realizada para elaboração da presente dissertação, financiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, é resultante de um desses projetos e objetivou compreender quais as representações sociais da população de São Francisco do Sul sobre a Ilha da Rita, partindo da hipótese de que ela seja considerada um patrimônio cultural. Buscou-secompreender esse patrimônio considerando seus aspectos históricos, sociais, econômicos, geográficos, ambientais e, principalmente, sua relação com os indivíduos, como é representado e como poderá ser apropriado e ressignificado. 
Ilha da Rita
Utilizou-se, para isso, da Teoria das Representações Sociais, desenvolvida por Serge Moscovici e compreendendo que estas são importantes para discutir o patrimônio cultural na contemporaneidade. Além das obras relacionadas à teoria das representações sociais, a pesquisa bibliográfica buscou aprofundar os conceitos de patrimônio cultural, memória, identidade, identificação e interdisciplinaridade. Por meio dessa teoria é possível identificar as ideias-força que orientam a ancoragem das representações socialmente construídas, e é a partir da compreensão dessas ideias, denominadas thematas, que as atividades devem ser direcionadas. Para isso, optou-se pela realização de uma pesquisa qualiquantitativa  com a aplicação de 300 formulários com 28 perguntas e 18 entrevistas orais utilizando a metodologia da história oral. Com a tabulação destas informações foi possível realizar a análise dos dados estatísticos e aqueles obtidos nas entrevistas. A verificação destes elementos possibilitou identificar fatores sociais determinantes relacionados aos grupos, tais como idade, escolaridade, ocupação profissional e local de moradia. 
O fator social relativo à escolaridade se destacou em relação à concepção de patrimônio cultural e chama a atenção para a importância da educação na sensibilização dos indivíduos frente ao seu patrimônio. Contudo, percebemos que as representações sobre o patrimônio cultural em São Francisco do Sul estão fortemente ancoradas em uma identificação comunitária, não sendo possível verificar distinções entre grupos. Por meio do boca a boca são repassadas as informações dentro da cidade e percebemos consenso em várias respostas. Essa identificação comunitária é fruto da força das thematas, que orientam a gênese das representações sociais. A themata identificada em torno do patrimônio cultural da Ilha da Rita refere-se à importância da história representada nele, e da possibilidade de sua utilização como recurso turístico. Além disso, essa pesquisa evidenciou que a população tem necessidade e vontade de participar mais das decisões em torno do que é seu. 
Sugerem-se atividades voltadas à educação patrimonial  e a participação democrática destas pessoasnas decisões da gestão pública, o que irá potencializar a relação delas com sua cultura e a utilização da mesma como recurso turístico.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Reunião de estudo

Dia 18/03 (segunda-feira) o GEIPAC fará sua primeira reunião de estudos do ano. As discussões terão como eixo o tema 'Museus' e, os interessados em participar podem entrar em contato comigo por e-mail (dnsambati@gmail.com) que posso disponibilizar os textos dessa semana.

Esperamos vocês!!!

sexta-feira, 8 de março de 2013

Univille e o Geipac na República Tcheca!!

Dentre as pesquisas que estão sendo desenvolvidas no Geipac neste ano, existe a dissertação do Douglas Sambati, sob orientação da Professora Sandra, que está estudando as representações sobre brasileiros no Museu dos Compatriotas Emigrantes no Brasil, em Náhlov/República Tcheca.

Abaixo, um vídeo devidamente legendado, onde o fundador desse museu, Petr Polakovic, fala um pouco sobre o museu, a cidade onde ele se encontra e os planos para o futuro!



terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Convites especialíssimos!

Boa tarde!

Hoje é, como mestranda, minha última postagem no blog! Não deixarei de ser integrante do GEIPAC, mas não estarei diretamente envolvida com o blog. Criei ele com carinho após pensarmos que isso seria muito bom para o grupo e de fato ele foi! Novos mestrandos "veteranos" irão cuidar dele e outros "calouros" seguirão esse papel! 

Deixo aqui meu orgulho de fazer parte desse grupo de pesquisas e o convite para as defesas da próxima semana! A minha, a da Roberta Nabuco e da Fernanda Borba! Estão tod@s convidad@s!!

Abraços,

Cibele Piva Ferrari.






quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

O Ano Novo está chegando!!!!

Uma visita está chegando, traz na mala muita esperança, muitos projetos, uma vontade imensa de fazer dar certo! É o Ano Novo! Que recebamos ele de coração aberto, com muita força para realizarmos nossos sonhos e projetos nele depositados! 

Boa passagem de ano a todos entre seus queridos, e que 2013 seja um ano muito bom, produtivo, feliz e que cheguemos ao final dele realizados!

Para celebrar esse momento do ano em que temos toda a vontade de ser feliz, a música "Ano Novo" do grande e eterno Chico Buarque: 

"E quem for cego veja de repente
Todo o azul da vida
Quem estiver doente
Saia na corrida
Quem tiver presente
Traga o mais vistoso
Quem tiver juízo
Fique bem ditoso
Quem tiver sorriso
Fique lá na frente
Pois vendo valente
E tão leal seu povo
O rei fica contente
Porque é Ano Novo"


Feliz Ano Novo!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Mais projetos aprovados!!!


Outros dois projetos tiveram a feliz notícia de sua aprovação pela área de pesquisa da Univille e movimentaram o Geipac no final da semana passada: A Profa. Sandra Guedes irá realizar um pesquisa ligada à Museus com inserções internacionais e o Prof. Wilson de Oliveira Neto, mestre pelo MPCS, está voltando à ativa no grupo, e irá desenvolver uma pesquisa sobre a história do esporte em São Bento do Sul.

Parabéns aos dois!!!!!!

Alguns mestrados na reta final, quatro novas pesquisas, 2013 já vem com tudo!!!!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

E lá vem 2013!!!!

Uma pausa na correria desse fim de ano tenso para comemorarmos coisas boas que 2013 já desenha no horizonte do Geipac!!!

Foram aprovados como bolsistas de iniciação científica pelo programa PIBIC Individual da Univille os alunos Thiago Fossile (graduando de Biologia Marinha, velho conhecido aqui do blog e do Geipac) e a Lilian Vegini (graduanda de História que passará a ser conhecida nesse espaço). São orientados respectivamente pela Profa. Dione Bandeira e pela Profa. Sandra Guedes.

Foram os únicos alunos aprovados em seus cursos, os temas de pesquisa são interessantíssimos e nós do GEIPAC desejamos uma excelente pesquisa aos dois graduandos e que a Lilian se sinta muito bem recebida entre nós. Estamos orgulhosos de vocês!!!!!!!

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

GEIPAC Convida


É com satisfação e orgulho que o GEIPAC convida para a defesa de dissertação do aluno Diogo Marinho de Oliveira, com o titulo "Representações Sociais sobre a capoeira no Brasil". A mesma será no dia 23/11/2012, às 14h30 na sala A 222 da Univille, conforme convite abaixo. Na sequência está disponibilizado o resumo.







Resumo

Esta dissertação procura compreender as representações sociais da capoeira em quatro capitais brasileiras, comparando duas com maior influência da cultura afro-brasileira, Salvador e Rio de Janeiro, com Curitiba e Florianópolis, onde não houve tanta influência. Para tanto, utilizou-se a teoria das representações sociais a fim de entender os mecanismos de construção do conhecimento dos indivíduos nos seus diferentes grupos sociais, destacando o senso comum, a cultura popular e as formas de comunicação da sociedade. Empregaram-se pesquisas bibliográfica e de campo, e o instrumento de coleta de dados foi um formulário com 29 questões aplicado a 340 indivíduos divididos em profissionais e alunos de capoeira das quatro capitais. Os grupos encontrados relacionam-se às três principais vertentes da capoeira: angola, regional e contemporânea. Como principais resultados, percebeu-se que, para grande parte dos entrevistados, a capoeira é uma manifestação cultural de origem afro-brasileira, que seu reconhecimento como patrimônio cultural valoriza sua identidade e que ela tem boa imagem no país, além de maior importância para a cultura local do Rio de Janeiro e de Salvador. Quanto ao seu plano de salvaguarda, predominaram entrevistados que o desconhecem. A forma de comunicação mais eficaz entre os capoeiristas é a oralidade, talvez pela falta de divulgação na mídia e pela tradição da capoeira, entretanto a internet é o meio de comunicação mais citado para se representar a capoeira à sociedade. Os participantes afirmaram que a prática da capoeira é um instrumento de educação e construção de identidade, pois modifica o jeito de ser do praticante, e possui aspectos positivos, como a promoção à saúde, amizade e cultura. A maioria dos profissionais averiguados disse atuar em escolas públicas e privadas. Assim, vê-se que a valorização da capoeira como patrimônio cultural pode ser aprofundada com mais participação sociopolítica da comunidade, no sentido de exercer direitos e deveres sobre a execução do plano de salvaguarda. Também é necessária uma melhor estruturação nas instituições de ensino, local mais mencionado para a docência, visando a ações de educação patrimonial que combatam o preconceito e valorizem a história, memória e identidade dessa manifestação cultural no país.


Ao Diogo, desejamos muito axé e muito sucesso sempre!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

O último campo do projeto RITA vem aí...

O fim do ano está cada vez mais próximos, os projetos de mestrado de alguns de nós também se aproximam do fim (e nossos cabelos cada vez mais em pé) e o projeto RITA também.

Foram dois grandes anos, mas ainda não é hora de nostalgia!

As mangas continuam arregaçadas e nesse feriado iremos, ao que tudo indica, a última vez a campo no Distrito do Saí e na Ilha da Rita. Que seja um campo produtivo, e que São Pedro ajude dessa vez garantindo tempo aberto!!!!!

Para registrar essa postagem, um lindo entardecer na Baía Babitonga, registrado ano passado no campo realizado no final de semana do dia 18/06/11. Trabalhamos muito em campo, mas também temos uma recompensa dessa da natureza!!!

Bom feriado pra quem vai a campo e pra quem fica também!


Dissertação de mestrado da Profa. Sandra Guedes

A coordenadora do GEIPAC, Profa. Dra. Sandra Guedes, resolveu compartilhar aqui pelo blog a sua dissertação de mestrado.

O título é "Atitudes perante a morte em São Paulo (séculos XVII a XIX)", submetido à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, no programa de Mestrado em História Social.

Clicando aqui é possível baixar o arquivo e ter acesso ao trabalho.

A tod@s, boa leitura!




sexta-feira, 9 de novembro de 2012

GEIPAC no Jornal Notícias do Dia

Na última terça-feira, dia 6/11, foi publicano na página 3 do Jornal Notícias do Dia (circulação em Joinville) um artigo do Laércio Pavanello, que recentemente defendeu sua dissertação sobre o comércio em Jlle no MPCS, e da Profa Sandra Guedes.

Como ficou difícil publicar a imagem, resolvemos compartilhar aqui no blog este belo texto, para que todos possam ler. Segue...

"Os Armazéns de Secos e Molhados nas Estradas Rurais de Joinville

    Tão importante quanto as casas comerciais das ruas centrais era o comércio localizado nas estradas rurais de Joinville como Rio Bonito, Estrada do Sul, Mildau e Comprida.  
      Um dos primeiros secos e molhados de que se registrou em Joinville era o pertencente a Gustav Mueller que estabeleceu-se no lugar chamado Águas Vermelhas em 1852. Em carta à família em 1853, Gustav faz menção ao progresso de seu negócio e a outro armazém pertencente a Carl Lange.
        O jornalista Crispim Mira relata em 1905 que “O commercio é notavelmente grande [...], que todos em grande escala importam vários gêneros de Hamburgo, Berlim, Paris e Londres.”

A diversidade dos secos e molhados na zona rural

     Era comum que junto aos secos e molhados da zona rural houvesse um salão para bailes e domingueiras onde trabalhava toda a família.
      Muitos namoros se iniciaram nas vendas e nos salões. Ao lermos as entrevistas depositadas no Arquivo Histórico de Joinville com antigos comerciantes esses fatos aparecem. Cristina Schramm, cuja família possuía um armazém e um salão na Estrada da Ilha, afirmou: “É, ajuntava aqui os casais para depois se casarem”. Norma Brüske, proprietária de secos e molhados e de salão na Dona Francisca, era considerada por muitos casamenteira.
    Outra atividade desenvolvida era a de açougue. Isto acontecia no comércio de Loni Jacob localizado na Estrada Comprida, no comércio do pai de Elvira Rother, no Vila Nova e no de Elly Streit na Estrada do Sul. Matavam porcos e também gado. Faziam linguiças e vendiam carne. Os clientes sabiam os dias em que poderiam buscar embutidos e carne fresca. 
     O bar era também explorado pelos comerciantes. Irineu Pensky com comércio no Vila Nova comentou em sua entrevista que seu avô, tocava bandoneon para os clientes “chegava de tarde lá pelas cinco e meia [...] aí ele começava a tocar música enquanto isso os fregueses vinham e compravam[...]”.
      Nos secos e molhados, principalmente as das áreas rurais, o vendeiro tinha um relacionamento com o cliente que, se não era amizade, pelo menos era de alguém que o conhecia pelo nome, de seus familiares, seu endereço, seu trabalho, entre tantos outros detalhes que só o tempo e convivência trazem. As gerações sucediam-se atrás do balcão, pois não éra incomum encontrar filhos que seguiram o caminho dos pais na casa comercial. Wilfredo Eberhardt com comércio no Rio da Prata, conta que seu pai era mais que um simples vendeiro: “[...] o meu pai foi taxista, o meu pai foi comerciante, foi delegado de polícia, juiz de paz, muitas vezes juiz de direito, era advogado, era conselheiro e muito mais, [...]. Obviamente ele era apenas um comerciante, mas desempenhava um papel especial junto à comunidade, pois era considerado mais instruído e influente. Esse papel de ouvinte, mas principalmente de conselheiro se repete em muitas entrevistas.
      Além de anotar as vendas em cadernetas para receber quando o agricultor vendesse sua safra, alguns entrevistados falavam também que o comerciante recebia dinheiro do cliente e o depositava pagando juros. Isso se dava também porque muitos agricultores falavam apenas alemão apesar de muitos terem nascido no Brasil.
     Simplesmente nenhuma cidade ou povoado pode viver sem os armazéns. Esse comércio, esse local de convívio, de trocas, de festa é que vive nas memórias de quem foi seu proprietário ou seu frequentador. A importância das casas comerciais, independentemente dos nomes que receberam como locais de sociabilidade são evidentes.
    Todas as cidades tiveram seus comércios, seus comerciantes e seus clientes. Todos eram parecidos: a grande porta aberta para a rua, as enormes janelas por onde se via os produtos expostos como o fumo de corda, os tamancos de madeira, as vassouras de piaçava entre tantos outros. O dono e seus familiares atrás do balcão, alguns com o lápis atrás da orelha a espera do cliente, mas também ávidos por alguma novidade. Sempre prontos a escutar e aconselhar." 

Laércio J. Pavanello, Historiador e Mestre em Patrimônio Cultural e Sociedade.
Sandra P. L. de Camargo Guedes, Doutora em História. Coordenadora do Programa de Mestrado em Patrimônio Cultural e Sociedade.
Fragmentos da Dissertação de Mestrado em Patrimônio Cultural e Sociedade pela UNIVILLE “Ferramentas, fumo, farinha... Um Estudo sobre o Patrimônio Comercial de Joinville.”

SAB SUL


Desde quarta-feira, dia 7/11, está ocorrendo em Curitiba o VIII Encontro da SAB Sul, com o tema "Novas Perspectivas na Arqueologia: a Ciência Ressignificada".

O evento encerra hoje e  está sendo realizado no centro de Convenções de Curitiba. Alguns membros do Geipac estão participando e apresentando as pesquisas arqueológicas que estão desenvolvendo. Entre eles, a Profa. Dione, a Fernanda e o bolsista de biologia marinha Thiago. Parabéns turma!

Ainda em tempo, desejamos que tenham tido um excelente encontro e que a descida da serra com essa chuva seja tranquila!